Existe uma diferença entre vender um produto e vender uma experiência. A Ice Roll nasceu do segundo caminho. E essa escolha não é discurso, é o que está sobre a chapa gelada, na frente do cliente, todos os dias.
Esta é a trajetória de Roger Rodrigues, que voltou de uma viagem à Tailândia em 2017 com um conceito praticamente desconhecido no Brasil: o sorvete na chapa. Um preparo feito na frente do consumidor, sobre uma superfície congelada, que transforma líquidos em rolinhos de sorvete em poucos minutos. Hoje, a marca conta com 65 unidades, presença em 21 estados e cerca de 60 franqueados espalhados por praticamente todas as regiões do país.
“A ideia nunca foi só vender sorvete. Foi transformar cada atendimento em um pequeno espetáculo.”

O início de tudo
Roger voltou da Tailândia com mais do que uma lembrança de viagem. Ele trouxe um conceito. O sorvete na chapa, ainda desconhecido no Brasil, chamava atenção justamente pela forma como era preparado: na frente do consumidor, sobre uma superfície congelada, transformando líquidos em rolinhos de sorvete em poucos minutos.
A execução interativa despertava curiosidade. Naquele momento, o mercado brasileiro já contava com grandes redes de sorvete e gelato, mas poucas exploravam o lado da experiência. A Ice Roll nasceu justamente nesse espaço, combinando entretenimento e consumo em um único produto.
O desafio não era conquistar o cliente
O formato despertava curiosidade de forma natural. O desafio real era outro: convencer o mercado de que a marca não era um modismo passageiro. Os shopping centers enxergavam o segmento de sorvete como maduro e altamente competitivo.
A resposta veio com consistência. A marca cresceu de forma contínua até chegar às 65 unidades em 21 estados, provando que a experiência tinha fôlego para virar operação de rede, não apenas atração de vitrine.
Os primeiros anos exigiram ajustes
Levar um conceito de fora para dentro do Brasil não é copiar e colar. Os primeiros anos exigiram adaptação de receitas e desenvolvimento de produtos pensados para o consumidor brasileiro. A empresa construiu um cardápio que preservava a essência do conceito original, mas dialogava com os hábitos locais.
O sorvete na chapa seguiu como símbolo principal da marca. Ao mesmo tempo, novos produtos foram ganhando relevância dentro da operação.
A entrada do gelato artesanal
Um dos movimentos mais importantes foi a entrada do gelato artesanal no portfólio. Inspirada na tradição italiana, a linha, sem conservantes e sem aromatizantes, passou a dialogar com um público que buscava opções mais naturais.
Esse movimento fortaleceu uma imagem mais premium da marca, especialmente com a expansão da linha zero. A Ice Roll deixava de ser reconhecida apenas pela atração da chapa e passava a oferecer uma proposta mais completa.
A expansão veio cedo
A aceitação do público e o interesse de investidores fizeram com que a expansão acontecesse cedo. Ainda em 2017, a Ice Roll iniciou sua trajetória no franchising. A decisão trouxe desafios importantes. O principal deles era garantir que uma experiência tão ligada à execução fosse reproduzida da mesma maneira em diferentes regiões do país.
O preparo dos produtos exige técnica, treinamento e padronização. Por isso, a empresa investiu fortemente na criação de processos operacionais capazes de manter o mesmo padrão de qualidade independentemente da unidade. Hoje, a rede conta com cerca de 60 franqueados e mantém operações distribuídas por praticamente todas as regiões do Brasil.
Ice Roll em números:
- 65 unidades em operação
- Presença em 21 estados
- Cerca de 60 franqueados
- Início no franchising ainda em 2017
- Meta de 100 unidades nos próximos anos
Um portfólio pensado para crescer
Além do sorvete na chapa e dos gelatos artesanais, a Ice Roll ampliou seu portfólio com milk-shakes, cafés e produtos sazonais. A estratégia foi pensada para aumentar a frequência de consumo e reduzir a dependência de um único item.
Ao mesmo tempo, a empresa passou a desenvolver campanhas específicas ao longo do ano, criando novas oportunidades comerciais para os franqueados. Esse conjunto de iniciativas ajudou a tornar o modelo mais robusto e preparado para continuar crescendo.
O próximo passo é chegar a 100 unidades
A meta da Ice Roll é alcançar 100 unidades nos próximos anos. O plano passa pela ampliação da presença nos principais shopping centers brasileiros e pelo fortalecimento do posicionamento construído ao longo dos últimos anos.
Mas, ao olhar para a trajetória da marca, chama atenção um detalhe: o produto que deu origem ao negócio continua ocupando um papel central na identidade da empresa. O sorvete na chapa que Roger trouxe da Tailândia segue sendo o coração da Ice Roll.
1. Experiência como diferencial em mercado maduro
Em um segmento visto como saturado, a Ice Roll assumiu uma posição: vender espetáculo, não só sorvete. O preparo na frente do cliente virou atração de vitrine e argumento de venda.
2. Padronização de uma experiência difícil de replicar
Um produto tão ligado à execução exige técnica e treinamento. A rede investiu em processos operacionais para garantir o mesmo padrão em 21 estados, o ponto mais delicado de uma operação artesanal.
3. Portfólio que reduz dependência de um item
Gelato artesanal, milk-shakes, cafés e sazonais aumentaram a frequência de consumo e abriram novas frentes comerciais para o franqueado, sem abandonar o produto que deu origem à marca.
Por que a Ice Roll é referência no XFRANCHISE:
- Conceito diferenciado trazido de fora e adaptado ao Brasil
- Experiência interativa que vira atração dentro do shopping
- Processos que padronizam uma operação difícil de replicar
- Portfólio ampliado para aumentar frequência de consumo
- Plano de expansão com o produto original no centro da marca
A história da Ice Roll é um lembrete claro para quem constrói rede no Brasil: em mercados maduros, a experiência pode ser o maior diferencial competitivo. O que nasce como espetáculo tem mais chance de ser lembrado, desde que a operação por trás dele consiga entregar o mesmo padrão em cada unidade.

