Existe uma diferença entre construir um negócio rápido e construir um negócio que dura. A história da Menina dos Olhos pertence claramente ao segundo grupo.
Esta é a trajetória de Almir Sterpeloni e Iara Sterpeloni, fundadores de uma rede de óticas que começou em 1983 no interior de São Paulo, atravessou décadas de ajustes silenciosos e só decidiu virar franquia depois de ter o modelo completamente maduro. Hoje, com Igor Sterpeloni liderando o movimento de expansão, a marca avança com 18 unidades, 9 franqueados e uma meta clara: chegar a 130 lojas nos próximos anos.
“Transformo visão em oportunidade e empreendedores em empresários.”

O início de tudo
A trajetória da Menina dos Olhos começa muito antes da ideia de franquia. Começa no balcão de uma ótica. No atendimento direto. Na rotina simples de quem aprende o negócio vivendo ele todos os dias.
Foi ali que Almir Sterpeloni teve seu primeiro contato com o mercado. Trabalhando para outra empresa, conheceu cidades, entendeu a operação e, pouco a pouco, enxergou uma possibilidade: a oportunidade de construir algo próprio.
Quando a primeira loja foi aberta, em 1983, em Mogi Guaçu, o cenário não era exatamente promissor. A cidade passava por um impacto econômico importante. Uma das principais indústrias locais havia encerrado as atividades, deixando muitas famílias sem renda. Era um ambiente de incerteza. Mas, mesmo assim, a decisão foi seguir. Não havia garantia. Havia disposição. E, com o tempo, o negócio começou a encontrar seu espaço.
Uma expansão que respeitou o tempo certo
A expansão não veio de forma acelerada. Levou tempo. Foram cerca de dez anos até a abertura da segunda unidade. Mas esse intervalo teve um papel importante: permitiu maturar a operação, entender o cliente e ajustar o modelo na prática.
Sem atalhos. Sem pressão por escala. A base foi sendo construída de forma orgânica.
Décadas depois, um novo movimento começou a ganhar forma. Igor Sterpeloni, que já operava suas próprias unidades, decidiu se unir ao pai para fortalecer o negócio. A junção das operações trouxe mais estrutura, mais visão e, principalmente, mais clareza sobre o potencial de crescimento.
A empresa passou a ganhar escala. E, pela primeira vez, a ideia de franquia deixou de ser distante.
A decisão de virar franquia veio por preparo, não por demora
A decisão de transformar a marca em franquia surgiu por volta de 2020. Mas o contexto não ajudava. A pandemia trouxe incertezas, mudanças de comportamento e exigiu cautela.
Ao invés de acelerar, a escolha foi amadurecer o modelo. A estrutura foi sendo ajustada, os processos refinados, e a expansão organizada com mais critério. A franquia só foi oficialmente lançada em 2025. Não por demora. Por preparo.
Um mercado gigante e pouco organizado
Os números ajudam a entender o espaço de crescimento. Mais de 100 milhões de brasileiros precisam de correção visual. Menos da metade faz uso adequado dos óculos. Esse cenário cria uma demanda constante, previsível e pouco explorada de forma estruturada.
É nesse contexto que a marca se posiciona: acessível, confiável e próxima do cliente.
Onde a marca está hoje
Hoje, a rede conta com 18 unidades e 9 franqueados, com presença no interior de São Paulo e no Espírito Santo. A expansão ainda está no início, mas já tem direção. A meta é clara: chegar a 30 lojas até 2026, 70 até 2027 e ultrapassar 130 unidades nos anos seguintes.
Mas o crescimento não está focado apenas em número. Existe um cuidado com quem entra.
Menina dos Olhos em números:
- 18 unidades em operação
- 9 franqueados ativos
- Presença em São Paulo (interior) e Espírito Santo
- Meta de 30 lojas até 2026 e 70 até 2027
- Projeção de ultrapassar 130 unidades nos próximos anos
Histórias que mostram o impacto na vida de quem entra na rede
Entre os relatos da rede, alguns chamam atenção pelo efeito que o negócio tem na vida das pessoas. Uma franqueada, por exemplo, decidiu iniciar uma formação em optometria depois de entrar para a rede. Não apenas para operar melhor a unidade, mas para se aprofundar no que faz.
Outra história envolve uma ex-colaboradora que, anos depois, se tornou franqueada da própria marca. Mais do que crescimento financeiro, existe um movimento de evolução pessoal. E, muitas vezes, familiar.
“Transformando vidas através da visão e criando novos empresários no ramo ótico.”
Uma história de permanência
A Menina dos Olhos não é uma história de crescimento rápido. É uma história de permanência. De quem começou pequeno, atravessou momentos difíceis e seguiu ajustando o caminho.
Hoje, entra em um novo ciclo. Com mais estrutura. Mais clareza. E mais ambição. Mas mantendo o mesmo princípio que esteve lá no início: trabalhar bem feito e continuar.
1. Modelo amadurecido por décadas
Antes de virar franquia, a marca passou por mais de 40 anos de operação direta, ajustando produto, atendimento e processo na prática. O que entra agora no jogo já chega validado.
2. Negócio em mercado gigante e pouco padronizado
Mais de 100 milhões de brasileiros precisam de correção visual e a categoria ainda é pulverizada. Demanda constante, previsível e com espaço claro para quem entra com método.
3. Expansão com cuidado na escolha do franqueado
A meta é crescer, mas o critério é entrar com gente certa. Histórias de franqueadas que viraram especialistas e ex-colaboradoras que assumiram a própria unidade fazem parte do DNA da rede.
Por que a Menina dos Olhos é referência no XFRANCHISE:
- Mais de 40 anos de operação antes de virar franquia
- Modelo testado em cenários econômicos difíceis e replicável
- Categoria ótica em mercado gigante e pouco padronizado
- Expansão organizada com critério na seleção do franqueado
- Foco em desenvolvimento pessoal e técnico de quem entra na rede
A história da Menina dos Olhos é um lembrete importante para quem constrói rede no Brasil: amadurecer o modelo antes de escalar não é atraso, é vantagem. O que entra estruturado, cresce sustentado.

