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Menina dos Olhos: de uma ótica em Mogi Guaçu a uma rede de franquias em expansão

30 de abril de 2026

Loja Menina dos Olhos

Existe uma diferença entre construir um negócio rápido e construir um negócio que dura. A história da Menina dos Olhos pertence claramente ao segundo grupo.

Esta é a trajetória de Almir Sterpeloni e Iara Sterpeloni, fundadores de uma rede de óticas que começou em 1983 no interior de São Paulo, atravessou décadas de ajustes silenciosos e só decidiu virar franquia depois de ter o modelo completamente maduro. Hoje, com Igor Sterpeloni liderando o movimento de expansão, a marca avança com 18 unidades, 9 franqueados e uma meta clara: chegar a 130 lojas nos próximos anos.

“Transformo visão em oportunidade e empreendedores em empresários.”
Almir Sterpeloni e Igor Sterpeloni, fundadores da Menina dos Olhos
Almir Sterpeloni e Igor Sterpeloni, da Menina dos Olhos

O início de tudo

A trajetória da Menina dos Olhos começa muito antes da ideia de franquia. Começa no balcão de uma ótica. No atendimento direto. Na rotina simples de quem aprende o negócio vivendo ele todos os dias.

Foi ali que Almir Sterpeloni teve seu primeiro contato com o mercado. Trabalhando para outra empresa, conheceu cidades, entendeu a operação e, pouco a pouco, enxergou uma possibilidade: a oportunidade de construir algo próprio.

Quando a primeira loja foi aberta, em 1983, em Mogi Guaçu, o cenário não era exatamente promissor. A cidade passava por um impacto econômico importante. Uma das principais indústrias locais havia encerrado as atividades, deixando muitas famílias sem renda. Era um ambiente de incerteza. Mas, mesmo assim, a decisão foi seguir. Não havia garantia. Havia disposição. E, com o tempo, o negócio começou a encontrar seu espaço.

Uma expansão que respeitou o tempo certo

A expansão não veio de forma acelerada. Levou tempo. Foram cerca de dez anos até a abertura da segunda unidade. Mas esse intervalo teve um papel importante: permitiu maturar a operação, entender o cliente e ajustar o modelo na prática.

Sem atalhos. Sem pressão por escala. A base foi sendo construída de forma orgânica.

Décadas depois, um novo movimento começou a ganhar forma. Igor Sterpeloni, que já operava suas próprias unidades, decidiu se unir ao pai para fortalecer o negócio. A junção das operações trouxe mais estrutura, mais visão e, principalmente, mais clareza sobre o potencial de crescimento.

A empresa passou a ganhar escala. E, pela primeira vez, a ideia de franquia deixou de ser distante.

A decisão de virar franquia veio por preparo, não por demora

A decisão de transformar a marca em franquia surgiu por volta de 2020. Mas o contexto não ajudava. A pandemia trouxe incertezas, mudanças de comportamento e exigiu cautela.

Ao invés de acelerar, a escolha foi amadurecer o modelo. A estrutura foi sendo ajustada, os processos refinados, e a expansão organizada com mais critério. A franquia só foi oficialmente lançada em 2025. Não por demora. Por preparo.

Um mercado gigante e pouco organizado

Os números ajudam a entender o espaço de crescimento. Mais de 100 milhões de brasileiros precisam de correção visual. Menos da metade faz uso adequado dos óculos. Esse cenário cria uma demanda constante, previsível e pouco explorada de forma estruturada.

É nesse contexto que a marca se posiciona: acessível, confiável e próxima do cliente.

Onde a marca está hoje

Hoje, a rede conta com 18 unidades e 9 franqueados, com presença no interior de São Paulo e no Espírito Santo. A expansão ainda está no início, mas já tem direção. A meta é clara: chegar a 30 lojas até 2026, 70 até 2027 e ultrapassar 130 unidades nos anos seguintes.

Mas o crescimento não está focado apenas em número. Existe um cuidado com quem entra.

Menina dos Olhos em números:

  • 18 unidades em operação
  • 9 franqueados ativos
  • Presença em São Paulo (interior) e Espírito Santo
  • Meta de 30 lojas até 2026 e 70 até 2027
  • Projeção de ultrapassar 130 unidades nos próximos anos

Histórias que mostram o impacto na vida de quem entra na rede

Entre os relatos da rede, alguns chamam atenção pelo efeito que o negócio tem na vida das pessoas. Uma franqueada, por exemplo, decidiu iniciar uma formação em optometria depois de entrar para a rede. Não apenas para operar melhor a unidade, mas para se aprofundar no que faz.

Outra história envolve uma ex-colaboradora que, anos depois, se tornou franqueada da própria marca. Mais do que crescimento financeiro, existe um movimento de evolução pessoal. E, muitas vezes, familiar.

“Transformando vidas através da visão e criando novos empresários no ramo ótico.”

Uma história de permanência

A Menina dos Olhos não é uma história de crescimento rápido. É uma história de permanência. De quem começou pequeno, atravessou momentos difíceis e seguiu ajustando o caminho.

Hoje, entra em um novo ciclo. Com mais estrutura. Mais clareza. E mais ambição. Mas mantendo o mesmo princípio que esteve lá no início: trabalhar bem feito e continuar.

1. Modelo amadurecido por décadas

Antes de virar franquia, a marca passou por mais de 40 anos de operação direta, ajustando produto, atendimento e processo na prática. O que entra agora no jogo já chega validado.

2. Negócio em mercado gigante e pouco padronizado

Mais de 100 milhões de brasileiros precisam de correção visual e a categoria ainda é pulverizada. Demanda constante, previsível e com espaço claro para quem entra com método.

3. Expansão com cuidado na escolha do franqueado

A meta é crescer, mas o critério é entrar com gente certa. Histórias de franqueadas que viraram especialistas e ex-colaboradoras que assumiram a própria unidade fazem parte do DNA da rede.

Por que a Menina dos Olhos é referência no XFRANCHISE:

  • Mais de 40 anos de operação antes de virar franquia
  • Modelo testado em cenários econômicos difíceis e replicável
  • Categoria ótica em mercado gigante e pouco padronizado
  • Expansão organizada com critério na seleção do franqueado
  • Foco em desenvolvimento pessoal e técnico de quem entra na rede

A história da Menina dos Olhos é um lembrete importante para quem constrói rede no Brasil: amadurecer o modelo antes de escalar não é atraso, é vantagem. O que entra estruturado, cresce sustentado.

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